sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Poizé Jozé

doh

“Querida diretora, eu fiz caca.”
(frase extremamente eficiente quando se quer chamar a atenção da chefe)
”O que tu fez desta vez Luciana-Maria?”
(nome carinhoso que eu recebo toda vez que eu chego na sala dela com cara de quem quer morrer)
”Eu coloquei quase 300 hóspedes em apartamentos standard e não vi que o hotel só liberou 170.”
”…”
(destaque para as pálpebras levemente cerradas e os lábios contraídos)
”O que eu faço agora, chefe querida?”
(lágrimas nos olhos)
”Ué! Conserta o erro!”

Fácil prá ela que é super-mega-power inteligente, poderosa, linda e simpática.

Tou fudida.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Lerê Lerê!

labor2

Quem foi que disse que o trabalho dignifica o homem? Só o homem mesmo, porque a mulherzinha aqui tá mortinha de tanto trabalhar.

Só espero que depois eu tenha algum tipo de compensação pelo sábado passado na frente do computador afundada em planilhas e também pela úlcera que as duas últimas semanas me deram!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Ernani me enlouquece


Estava até agora ensinando o Motta a fazer um blog. Foi a glória para mim já que eu passo o tempo todo ouvindo ele me dizer que eu não tenho capacidade mental para quase nada nessa vida. O prazer que eu senti de perceber que no que se trata de produtos da Google eu sou milhão de vezes melhor que ele foi incomensurável.

Agora eu vou ficar quieta aqui no meu canto enquanto ele escreve o seu primeiro post para que eu possa escrever o meu primeiro comentário. Boa sorte pro Ernani. Ele vai precisar.

PS. Eu duvido e pago prá ver. Este guri não leva este blog dele prá frente NEM A PAU!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Brasília…

Imagem do mapa

Faz um tempo, o Anderson, amigo, jornalista e blogueiro lá de Maringá-PR, me pediu prá contribuir num blog que ele havia criado. Eu tinha acabado de voltar pro Planalto Central depois de uma temporada em Sampa e ele queria que eu, como Brasiliense (que não sou, vamos deixar claro), escrevesse sobre a Capital de um ponto de vista político-não-político.

Como é, Andhye? Explica.

Ah Luciana, eu queria que as pessoas que não são daí tivessem uma visão menos politizada de Brasília apesar desta ser uma cidade de política.

Eu até aceitei a proposta do guri, eu tava semi-desempregada e com bastante tempo livre, mas acho que escrevi um post, no máximo. Eu tinha acabado de chegar aqui, depois de 5 anos fora, tinha acabado de me separar e estava odiando tudo e todos, quem não dirá esta cidade que nunca foi das minhas, a favorita.

Eu não conseguia ver Brasília como um lugar prá se viver, eu não tava nem aí pro que estava acontecendo ao meu redor, pro que havia mudado por aqui e pro fato de que a cidade tinha virado gente grande. Não encontrei, e nem tentei procurar inspiração.

Hoje, penso que se me dessem novamente esta missão de escrever para um blog jornalístico sobre a vida comum na cidade, eu conseguiria. Tudo bem que continuo nem um pouco apaixonada por esta cidade perdida no meio de um quase nada, mas eu reaprendi a observar e apreciar mais o que me cerca e descobri que Brasília nos oferece o que toda cidade normal tem, do trivial ao luxo (ou quase luxo já que ainda espero um dia ver os malditos helicópteros particulares voando sobre minha cabecinha).

Brasília é… aceitável. Brasília se esforça prá ser alguma coisa e consegue resultados. Brasília cresce, firme e forte, com mais cultura, lazer, trabalho, itens de consumo e estas coisinhas que o povo daqui sempre reclamava que nunca tinha. Brasília continua uma cidade de política em cada esquina e cada mesa de boteco, continua um mar de funcionários públicos, uma cidade cheia de gente que veio do litoral e morre com a falta de uma praia, se contentando em olhar o céu enquanto caminha no parque.

Mas Brasília é até legal, vai. Deve ter lugar pior, com certeza.